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.\" -*- nroff -*-
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.TH NSSWITCH.CONF 5 "17/01/1999" "Linux" "Manual do Programador Linux"
.SH NOME
nsswitch.conf \- Base de dados do sistema e arquivo de configurao para troca de servio de nomes
.SH DESCRIO
Vrias funes na Biblioteca C precisam ser configuradas para trabalhar
corretamente no ambiente local. Tradicionalmente, este modo se faz com o
uso de arquivos (por exemplo, '/etc/passwd'), mas outros servios de nomes
(como o Servio de Informao de Rede (NIS) e o Servio de Nome de Domnio
(DNS)) se torna popular, e esto em partes dentro da Biblioteca C,
usualmente com um ordem de procura fixa.
.LP
A libc5 do Linux com suporte a NYS e a Biblioteca GNU C 2.x (libc.so.6) contm
uma soluo clara deste problema. Ela desenhada em cima de um mtodo
usado pela Sun Microsystems na Biblioteca C do Solaris 2. Ns seguimos os
nomes deles e chamamos este esquema de "Name Service Switch" (NSS). As fontes
para a "databases" e a ordem de procura deles so especificadas no arquivo
.B /etc/nsswitch.conf .
.LP
A base de dados seguinte est disponvel no NSS:
.TP
.B aliases
aliases de correio eletrnico, usado pelo
.BR sendmail (8).
Atualmente ignorada.
.TP
.B ethers
Nmeros da Ethernet.
.TP
.B group
Grupos de usurios, usado pelas funes
.BR getgrent (3) .
.TP
.B hosts
Nmeros e nomes das mquinas, usado por
.BR gethostbyname (3)
e funes similares.
.TP
.B netgroup
Lista longa da rede de mquinas e usurios, usado para regras de acesso.
Bibliotes C antes da glibc 2.1 somente suportavam grupos de rede sobre NIS.
.TP
.B network
Nmero e nomes da rede, usado pelas funes
.BR getnetent (3) .
.TP
.B passwd
Senha do usurios, usado pelas funes
.BR getpwent (3) .
.TP
.B protocols
Protocolos de rede, usado pelas funes
.BR getprotoent (3) .
.TP
.B publickey
Chaves pblicas e privadas para Secure_RPC usado por NFS e NIS+.
.TP
.B rpc
Nmero se nomes para processo de chamada remota, usado por
.BR getrpcbyname (3)
e funes similares.
.TP
.B services
Servios de rede, usado pelas funes
.BR getservent (3) .
.TP
.B shadow
Senha Shadow de usurios, usado por
.BR getspnam (3) .
.LP
Um exemplo, o arquivo
.B /etc/nsswitch.conf
pode ser visto como (Isto o padro se
.B /etc/nsswitch.conf
estiver faltando):
.sp 1n
.PD 0
.TP 16
passwd:
compat
.TP
group:
compat
.TP
shadow:
compat
.sp 1n
.TP
hosts:
dns [!UNAVAIL=return] files
.TP
networks:
nis [NOTFOUND=return] files
.TP
ethers:
nis [NOTFOUND=return] files
.TP
protocols:
nis [NOTFOUND=return] files
.TP
rpc:
nis [NOTFOUND=return] files
.TP
services:
nis [NOTFOUND=return] files
.PD
.LP
A primeira coluna a base de dados como voc pode supor a partir da tabela
acima. O resto da linha especifica como o processo de visualizao trabalha.
Voc pode especifiar o modo de trabalho para cada base de dados individualmente.
.LP
As especificaes de configurao para cada base de dados podem conter dois
itens diferentes:
.PD 0
.TP
* A especificao do servio como 'files', 'db', ou 'nis'.
.TP
* A reao na visualizao do resultado como '[NOTFOUND=return]'.
.PD
.LP
Para a libc5, as especificaes de servio permitidas so 'files', 'nis'
e 'nisplus'. Para mquinas, voc pode especificar 'dns' como um servio
extra, para passwd e group 'compat', mas no para shadow.
.LP
Para glibc, voc ter um arquivo chamado de
.BI /lib/libnss_SERVICE.so. X
para todo SERVICE que voc estiver usando. Em uma instalao padro,
voc pode usar 'files', 'db', 'nis' e 'nisplus'. Para mquinas, voc pode
especificar 'dns' como servios extras, para passwd, group e shadow 'compat'.
Estes servios no podem ser usados pela libc5 com NYS.
O nmero de verso
.I X
1 para glibc 2.0 e 2 para glibc 2.1.
.LP
O segundo item na especificao concede ao usurio controle fino no
processo de visualizao. Itens de ao so colocados entre dois
nomes de servio e so escritos entre parentesis. A forma geral :
.LP
'[' ( '!'? STATUS '=' ACTION )+ ']'
.LP
onde
.sp 1n
.PD 0
.TP
STATUS => success | notfound | unavail | tryagain
.TP
ACTION => return | continue
.PD
.LP
O tipo de letras insignificante. O valor STATUS o resultado
de uma chamada para a funo de visualizao do servio especificado. Eles
significam:
.TP
.B success
Nenhum erro ocorreu e a entrada procurada devolvida. A ao padro
para isto 'return'.
.TP
.B notfound
O processo de visualizao foi feito, mas o valor desejado no foi achado.
A ao padro para isto 'continue'.
.TP
.B unavail
O servio est indisponvel permanentemente. Isto pode significar que o
arquivo no est disponvel, ou, para DNS, que o servidor no esta disponvel
ou que no permite requisies. A ao padro para isto
'continue'.
.TP
.B tryagain
O servio est temporariamente indisponvel. Isto pode significar que
um 'file' est travado ou que o servidor no acessa mais conexes atualmente.
A ao padro para isto 'continue'.
.LP
.SS Interao com a sintaxe +/- (modo de compatibilidade)
A Biblioteca do Linux libc5 sem o suporte a NYS no tem o seletor de nome de
servio, mas pode permitir ao usurio muitas politcas de controle. Em
.B /etc/passwd
voc pode ter entradas da forma +user ou +@netgroup
(inclui o usurio especificado a partir do mapa de passwd do NIS),
-user ou -@netgroup (retira o usurio especificado)
e + (inclu todo usurio, exceto os excludos, a partir do mapa de passwd
do NIS). Ento muitas pessoas somente colocam um + no final de
.B /etc/passwd
para incluir tudo a partir do NIS, a seleo fornee uma alternativa rpida
para este caso
('passwd: files nis') o qual no requer a simples entrada + em
.BR /etc/passwd ,
.B /etc/group
e
.BR /etc/shadow .
Se isto no suficiente, o servio NSS 'compat' fornece a semntica
completa +/-. Por padro, a origem 'nis', mas isto pode ser sobreposto
especificando o 'nisplus' como origem para as falsas bases de dados
.BR passwd_compat,
.B group_compat
e
.BR shadow_compat.
Esta falsa base de dados somente est disponvel na Biblioteca GNU C.
.SH ARQUIVOS
Um servio nomeado de SERVICE implementado por um objeto biblioteca nomeada, e compatilhada,
.BI libnss_SERVICE.so. X
que fica no diretrio
.IR /lib .
.TP 25
.PD 0
O arquivo de configurao
.B /etc/nsswitch.conf
.TP
.BI /lib/libnss_compat.so. X
implementa a fonte 'compat' para glibc2
.TP
.BI /lib/libnss_db.so. X
implementa a fonte 'db' para glibc2
.TP
.BI /lib/libnss_dns.so. X
implementa a fonte 'dns' para glibc2
.TP
.BI /lib/libnss_files.so. X
implementa a fonte 'files' para glibc2
.TP
.BI /lib/libnss_hesoid.so. X
implementa a fonte 'hesoid' para glibc2
.TP
.BI /lib/libnss_nis.so. X
implementa a fonte 'nis' para glibc2
.TP
.B /lib/libnss_nisplus.so.2
implementa a fonte 'nisplus' para glibc 2.1
.SH NOTAS
Dentro de cada processo que use
.BR nsswitch.conf ,
o arquivo inteiro lido somente uma vez; se o arquivo alterado
posteriormente, o processo ir continuar usando as antigas configuraes.
.LP
Com o Solaris, no possivel ligar programas estaticamente usando o
servio NSS. Com o Linux, isto no problema.
.SH TRADUZIDO POR LDP-BR em 21/08/2000.
\&\fR\&\f(CWAndr L. Fassone Canova <lonelywolf@techno.com.br> (traduo)\fR
\&\fR\&\f(CWRoberto Selbach Teixeira <robteix@zaz.com.br> (reviso)\fR
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